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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Uma harmonia toda nossa!

Literalmente copiado do blog do Rapha, fazedor de lindezas...
Há momentos, e é apenas uma questão de cinco ou seis segundos, em que sentimos a presença da harmonia eterna [...] terrível é a pavorosa clareza com que ela se manifesta e o arrebatamento com que nos toma. Se esse estado durasse mais do que cinco segundos, a alma não o poderia suportar e teria de desaparecer. Durante esses cinco segundos, vivo toda uma existência humana, e por isso eu daria toda a minha vida, sem julgar estar pagando um preço demasiado alto [...]
Dostoievski

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Rápidas no Gatilho!

Pessoal,

Acho justo sortear o livro entre as duas envolvidas mais rápidas do pedaço: Dani e Moema. Vocês concordam comigo?

Mais do que isso! Como elas quiseram muito o livro lançado pela Editora Arraes, mandei um e-mail para o Plácido com um pedido especial: seria possível que as duas ganhassem? Sim, eu faço tudo por vocês! =D

E não é que o pessoal da livraria também?!

Pois é! Além dos dois livros-presentes para a Dani e para a Moema, nós teremos mais um exemplar, a ser sorteado no dia 30 de novembro! Portanto, as regras do sorteio de outubro ficarão vigentes até o mês que vem. Dá tempo e sobra! Peço, por favor, a ajuda de vocês para divulgação. Também sei que o pessoal gosta muito quando aparecemos lá na loja. #fica a dica!

Parabéns, meninas!
Boa sorte aos que ainda querem ganhar!
Beijos.

p.s.: Sei que é chato repetir, mas, por favor, aqueles que se interessam em participar dos sorteios precisam ao menos ler o post e seguir as regras. Não é nada muito complicado, estou aqui para tirar as dúvidas e ajudar no que for preciso. Só não posso incluir nomes no sorteio de quem participa somente no Facebook. Envolvam-se por aqui também!


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Dia dos Namorados!

Depois de tanto pedir aos santos juninos, dou garantia de que Santo Antônio virado é que acerta o alvo! Ainda que seja por linhas meio tortas...


E não faz muito tempo que o milagre se fez, sutil e louco como nunca antes se viu... 


Desta vez, o Santo me ensinou que o amor começa devagarinho, tijolo por tijolo, se construindo. Primeiro brincadeira, afinidade e amizade. Por um instante apenas,  houve torcida para que não fosse bom, porque não podia! Mas, se tudo que não pode é mais gostoso, com a gente não foi diferente. Teve desejo de estarmos juntos e teve paixão. Algumas dúvidas, alguns receios depois, pude(mos) ver a transformação. O sentimento foi se solidificando em amor, confiança. paciência, disposição, carinho e criatividade. Seguimos desenhando nossos dias e fazendo arte (oriental). Estamos aprendendo que juntos somos melhores e que não se sonha só dormindo. Ah! Enquanto eu durmo, ele vigia o meu sono e compõe meus sonhos.


"Só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer  amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura".
Guimarães Rosa

# Pro dia dos namorados, estou mesmo atrasada. Mas não muito, porque dia 20 também é um dia de nós dois!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

De onde vem?

Não sei de onde vem a energia boa que não deixa o clube do livro cair... não sei se esse nosso envolvimento é coisa de mineiro, sô... mas sei que é bão demais da conta, uai!

No nosso último encontro - pic nic na praça da Liberdade - eu cheguei beeeem mais tarde, depois de passar mal, expulsando tudo que ousasse estar no meu tubo digestivo. Fiquei numa inquietação em casa, mesmo com as poucas forças que me restavam. Porque apesar da minha ausência, as meninas estavam lá, se envolvendo, e meu pensamento, também.


Juntei minhas partes com um carinho especial e consegui aparecer por lá, não por inteiro embora satisfeita por não ter faltado. Agora comecei a sentir que o clube tem a cara do filme "O clube de leitura de Jane Austen". Eu precisava acreditar mais na proposta e ali estavam elas sentadas na praça, com suquinho, docinhos, sorrisos e muitas histórias e vozes. Eu não poderia ter escolhido nome melhor pro blog, que tem muito pouco de meu.

Obrigada, meninas!

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sobre orquídeas e amores

As mulheres da casa ganharam orquídeas - Phalaenopsis mini e Phalaenopsis padrão -, de seus amores. Uma para reafirmar, a outra para confirmar o que se sente. O "novo" amor dos meus pais , com orquídeas pro anoitecer, tem sido a realização de um pedido de fitinha*, porque novidade não é casamento em crise, mas sim casais enamorados e amantes.



A filha única deles, porém, passa por uma balança de sentimentos, entre satisfação e ciúme. Se antes tinha muito de cada um, separadamente, agora tem um tanto razoável dos dois. O problema é que "família é prato difícil de preparar". Não é segredo que os diálogos aqui em casa são falhos e escassos e que, por causa disso, às vezes, o entendimento não acontece. Dessa forma, nem sempre fica evidente que o que eu mais queria era que eles soubessem o quanto sou fruto deste casamento e o quanto sou grata a eles por tudo o que sou e que posso ser.


Coisa difícil é a gente se comportar segundo nossos próprios valores, né não?!
E pra deixar claro o que a gente precisa? Ou pra entender o que se espera da gente?

Nada como uma orquídea (esta ao amanhecer), então, para distrair o pensamento, mesmo que por 5 minutos. Ganhei junto com ela um amor, uma nova companhia, uma amizade colorida e divertida, que deixa, por ora, novas ideias para os pedidos ao Bonfim, entre flores e amores... para todos nós! Amém!


* Na tradição popular, a fita do Senhor do Bonfim é enrolada no pulso e fixada com três nós. A cada nó precede um pedido, realizado mentalmente, e que deve ser mantido em segredo até a fita se romper por desgaste natural. 

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Meu muito amor

"Ele parece ser interessante. Sempre adorei pessoas que têm essa... paixão pela vida."
"É uma paixão por moedas, não pela vida", eu a corrigi.
"É a mesma coisa. Paixão é paixão. É o entusiasmo intercalando o espaço do tédio, e não importa a que se dirige." Ela revirava a areia com os pés. "Bem, pelo menos na maioria das vezes. Não estou falando aqui de vícios."
"Como você com cafeína."
Ela sorriu exibindo o pequeno espaço entre os dois dentes da frente. "Exatamente. Pode ser moedas, esportes, política, cavalos, música ou fé... as pessoas mais tristes que já conheci na vida são as que não se importam profundamente com nada. Paixão e satisfação caminham lado a lado. Sem elas, qualquer felicidade é apenas temporária, porque não há o que a faça durar. Adoraria ouvir seu pai falar sobre moedas, porque seria ver alguém em seu melhor momento, e descobrir que a felicidade geralmente é contagiosa."


Diálogo entre Savannah e John, no livro Querido John, de Nicholas Sparks.

Se você ainda não tem uma paixão ou se ela está esquecida por aí, PROCURE, RECUPERE! E tenha um Feliz Ano Novo!


segunda-feira, 18 de julho de 2011

Meu coração todo pra mim

Ontem foi o dia do fim... um fim não desejado, mas inevitável. Porque alguns amores fazem "os beijos virarem boca a boca" e passamos a viver o outro muito mais do que a gente mesmo. Como define bem Martha Medeiros, amar é "ter uma intimidade milagrosa com a alma de alguém, com o corpo de alguém, e abrir-se para essa mesma pessoa de um jeito que não se conseguiria jamais abrir para si mesmo, porque só o outro é que tem a chave desse cofre". Aí o amor vira uma subversão.

Então, no livro da Martha Medeiros - Fora de mim, um pedido da Dani depois do sorteio, encontrei esse trecho muito adequado ao momento:

# "É a pior morte, a do amor. Porque a morte de uma pessoa é o fim estabilizado, é o retorno para o nada, uma definição que ninguém questiona. A morte de um amor, ao contrário, é viva. O rompimento mantém todos respirando: eu, você, a dor, a saudade, a mágoa, o desprezo - tudo segue. E ao mesmo tempo não existe mais o que existia antes. É uma morte experimental: um ensaio para você saber o que significa a morte ainda estando vivo, já que quando morrermos de fato, não saberemos." #

Já até pedi desculpas pra Dani por ter lido o livro antes de entregar pra ela. Não resisti e fiquei fã de Martha Medeiros. Foi ela também quem escreveu Divã, adaptado para o cinema. Gostei do livro, gostei do filme e recomendo! Faz a gente reconhecer que o amor tem a mesma essência, só muda de endereço. Ao mesmo tempo, não nos deixa desistir do beijo inédito, do número novo salvo na agenda, de um olhar diferente, um encaixe, uma conversa.

Meu coração agora é todo meu, até que mais uma vez eu me encontre Fora de mim.

Quem escreve sobre a separação também é a Berê de Berenice, confere lá!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Pedro, João, Antônio


Não, esses não são os nomes dos três maridos que estou prestes a conseguir depois de tantas festas e simpatias.

Pedro é chaveiro do céu e maestro das chuvas e dos raios, protetor das viúvas e dos pescadores. João é festeiro de muita dança, protetor dos casados e das dores de cabeça de suas esposas. Aiai... O Antônio, coitado, está de pernas pro ar, no sereno, com tanto pedido de casamento e ainda guia a gente até encontrarmos o que procuramos.

São eles que deixam esse mês frio um tanto mais gostoso e colorido. Tem quentão, fogueira e diversão.

Enfim, os mesmos santos, outros pensamentos...

Passei sozinha por todos esses dias outra vez, incluindo o dia dos namorados, mas não com aquele sentimento solitário do ano passado. Uns olhinhos brilhantes apareceram, o carinho foi bom e o sorriso é inevitável. Assim, devagarinho, com muita paciência, pedindo uma forcinha pra esse trio, espero conseguir repousar meu coração.

E se não der certo, tirarei meus três maridos da cartola. Afinal, quem não tem cão, caça outros gatos!

domingo, 23 de janeiro de 2011

Libertação


Se é doído saber
que sou meio doida
Pior é constatar
que você também é


Começo a pensar que não tenho sorte no amor, embora também não a tenha no jogo. Minhas novelas só rendem boas risadas dos amigos e uma diversidade de conselhos e comentários frente a acontecimentos tão inesperados e inacreditáveis. Depois de um certo tempo, até que minhas histórias são divertidas, mas, fato é que, sofro com elas.

Portanto, só por hoje, eu não quero ficar aqui falando sobre esse meu muito amor. Só por hoje, eu quero aceitar a minha própria companhia. Só por hoje, serei feliz sozinha. Não ficarei magoada, não ficarei insegura. Nada de filmes românticos e nem de ficar perto de chocolate (ai, TPM!!!). Não esperarei dele aquilo que ele não pode me oferecer.

Amigos, amigos... beijos, abraços, carinhos... à parte!

Musiquinhas pra embalar...